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Como escolher um vinho?

Saber escolher que vinho beber para acompanhar uma refeição num restaurante, em casa ou com amigos não é uma tarefa difícil. Só precisa de seguir algumas regras simples.



Com um leque tão amplo de vinhos produzidos em Portugal, escolher o vinho ideal para acompanhar uma refeição parece ser uma tarefa titânica. Uma qualidade que só está ao alcance de alguns especialistas. Não é verdade. A primeira regra que deve interiorizar é reconhecer que o universo do vinho só se conhece através da experimentação. É necessário beber e provar diversos vinhos.

Por onde deve começar? É importante o ano da colheita? O que indica a cor do vinho? Qual o grau de álcool mais adequado? Para o ajudar a escolher um bom vinho para ter em casa, indicamos-lhe seis passos que deve dar para começar a desenvolver e a maturar a sua opinião sobre vinho. Para que a escolha seja tomada de forma fácil e com gosto. Saúde e bom proveito.



Defina o seu gosto

O mundo dos vinhos é um território com alguma subjetividade. Os gostos variam de pessoa para pessoa. Pode comprar um bom vinho com determinadas características, mas se não for ao encontro do seu palato, o vinho não será apreciado. Prove vinho branco, verde, rosé, tinto e espumante. Dedique algum tempo a afinar o seu gosto de acordo com as diferentes castas e com as características específicas de cada vinho, mais frutado, mais ou menos encorpado, nova colheita ou reserva.

Escolha o vinho consoante a ocasião

Existe um tipo de vinho para cada ocasião. Não é a mesma coisa beber um copo de vinho com amigos, numa refeição com a família ou num momento mais íntimo entre duas pessoas. É preciso ter em conta a hora na qual se está a beber, o clima (se está calor e humidade, a melhor escolha é um vinho branco, um espumante ou um rosé; se está a jantar num local fresco, a melhor opção poderá ser um vinho tinto).

Há outra regra universalmente definida. O vinho tinto acompanha pratos de carne, queijos e enchidos, enquanto os pratos de peixe e marisco são acompanhados com vinho branco, verde ou rosé. Não se esqueça de que as regras servem para ser quebradas. Se quiser inovar, pode e deve fazê-lo. O vinho deve ser bebido e apreciado com gosto, não por obrigação com qualquer prato e em qualquer ocasião.

O rótulo é um bom conselheiro

É o primeiro contacto com a garrafa de vinho na loja. No rótulo encontra a informação básica para selecionar ou descartar um vinho. O tipo de casta, a região vinícola e o ano da colheita. A classificação do vinho é também um fator a ter em conta. Nos vinhos portugueses, a designação de qualidade elevada é o VQRD/DOC (Vinho de Qualidade Produzido em Região Determinada/Denominação de Origem Controlada).


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Não olhe só ao preço

Nem os vinhos mais caros são os melhores, nem os mais acessíveis são paupérrimos. Deve estabelecer um teto para o valor que pretende gastar, mas não deixe que este seja o seu único critério de escolha. Escolha primeiro de acordo com as características do vinho – a casta, a região, o teor de álcool – e introduza o fator custo na fase final da escolha. O ideal é encontrar o ponto de equilíbrio entre qualidade e preço. Nos vinhos portugueses não é difícil encontrar esse binómio.

A importância da cor

Os diferentes tons de cor do vinho são um ótimo indicador do seu estado. Um vinho tinto intenso possui uma cor profunda, enquanto um vinho jovem possui mais brilho. Um vinho com cores avermelhadas encontra-se em perfeito estado, mas se tiver uma cor alaranjada ou um tom parecido ao café é porque se encontra em declínio. No caso dos vinhos brancos, a cor deve ser dourada e não acastanhada.

Analise o “corpo” do vinho

O teor de álcool do vinho está associado a um vinho mais ou menos encorpado. Quanto maior o grau de álcool mais encorpado é o vinho. Um vinho encorpado é um vinho potente, com maior concentração de compostos. Trata-se de um vinho mais aveludado e com um sabor mais prolongado na boca.



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